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A Manja Marvila é um verdadeiro laboratório de gastronomia — um espaço multidisciplinar equipado com cozinha e tecnologia profissional, pensado para acolher iniciativas gastronómicas inovadoras. Aqui promovemos a criação, a formação, a partilha e o crescimento da comunidade.

Instalada num antigo armazém reabilitado, a Manja nasceu em 2021 no coração de Marvila — um bairro lisboeta em plena transformação, onde fábricas e armazéns dão lugar a projetos cheios de talento, criatividade e vida.

Desde então, a Manja tem sido um ponto de encontro para chefes, artistas e curiosos, afirmando-se como o epicentro gastronómico da zona oriental da cidade. Um espaço onde a arte e a gastronomia se cruzam, inspirando experiências únicas e inesquecíveis.

No piso superior, encontra-se o escritório das Edições do Gosto, reforçando a ligação entre a criação de conteúdos, a produção de eventos e a promoção da cultura gastronómica.

Um espaço para eventos únicos


A Manja Marvila é o cenário ideal para experiências memoráveis. Com uma cozinha totalmente equipada e uma atmosfera criativa e inspiradora, o espaço adapta-se a uma grande variedade de formatos, tais como Almoços e jantares especiais, cursos, masterclasses e workshops, Apresentações de produtos e serviços, Produção de conteúdo audiovisual, Reuniões e encontros profissionais, Eventos corporativos e ações de team building, Eventos privados e celebrações, Lançamentos de marcas e cocktails, Exposições, instalações artísticas e concertos e Palestras, talks e conferências.


Para saber mais informações sobre o espaço e pedidos de orçamento, fale connosco.

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AGENDA

Evento

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Amor de Perdição. O Sublime Camiliano

No próximo dia 26 de Março, pelas 18h30, Tânia Furtado Moreira apresenta o seu livro em modo de festa, na cidade onde o escritor nasceu! Camilo, o aniversariante, merece-o.

Teremos, naturalmente, um programa de Coração, Cabeça e Estômago. O evento é privado.

Acontece na Manja Marvila.

Bem-vindos à Festa Camiliana!

Entre Entulho e Sucata de Diego Inestrillas

"Entre entulho e sucata" é o nome da nova exibição do artista Diego Inestrillas, em Lisboa.


"Por que insistimos em projetar futuros diferentes? O que é realmente habitar o presente se ele se baseia completamente numa conceção do passado e numa previsão do futuro? O presente é catalisador da memória e do anseio, é tanto uma realidade quanto uma ilusão, é um momento em que imaginamos com base no que lembramos, onde sentimos o que em algum momento foi e o que pode ser. É um momento de transformação, uma metamorfose que não oferece uma forma final, que implica aceitar o que já não é e o que ainda não sabemos nomear. Não percebemos a natureza como ela é, mas como aprendemos a vê-la; a crise ecológica é epistémica mais do que ambiental.

Dentro deste novo imaginário, sugere-se vida através da forma, onde se figuram objetos reconhecíveis, interações entre formas que sugerem momentos de transformação, de metabolização, de consumo, extração e vida. Dentro deste espaço, não é evidente quem consome quem; observa-se como a vida transforma, como consome, sem julgamento entre os atores, sem preferência por diferentes naturezas. A obra permite um momento que parece estar a acontecer diante dos nossos olhos, preso num momento desconfortável entre a criação e a destruição. Enfrenta um momento em que obstrui o caminho da indiferença e permite a reflexão sobre novas ontologias da vida e da natureza".

Diego Inestrillas é um artista multidisciplinar (Cidade do México, 1998) cuja prática se centra na representação do diálogo entre materiais, espaços e sujeitos, investigando a intersecção entre o natural e o industrial. Viver em constante trânsito entre a floresta e a cidade despertou o seu interesse em compreender de onde provém a atitude de cada pessoa em relação ao seu ambiente. A partir de colaborações com disciplinas como a biologia, a antropologia e a neurociência, Inestrillas explora processos de transformação, memória e perceção, criando obras que nos convidam a refletir sobre as ligações entre corpo, matéria e território.


Programa


18h Introdução à exposição com peças de escultura e desenho

18h30 Degustações_Terra, restos e ossos de chocolate e biscoito

A exposição estará disponível a visitar entre 22 de janeiro e 22 de fevereiro. A entrada é livre.

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