
Ponto Cru é uma rubrica que explora primeiro o lado pessoal e depois o profissional dos seus convidados. O convidado que se segue é Rui Filipe, chefe do restaurante Palatial, em Braga.
Se fosses um ingrediente, qual seria e porquê?
Coentros. É sem dúvida um dos meus ingredientes favoritos. É super versátil, fresco, volátil e singular.
Qual é a tendência gastronómica atual que menos te agrada e porquê?
Os produtos fermentados. Creio que há. obviamente, espaço para essas preparações mas, pessoalmente, não é algo que me “encha as medidas”-
Quando vais a um restaurante de fast food, qual é o teu pedido habitual?
Não há nada melhor que uma boa francesinha especial ao domingo à noite.
O que gostas de cozinhar quando estás em casa, longe do trabalho?
Gosto muito de cozinhar todo o tipo de arrozes: seja de peixe com marisco, de polvo seco terminado no forno com uma maionese de alho negro ou até um basmati salteado com legumes, ovo e soja.
Que música não pode faltar na playlist da tua cozinha?
Nas minhas cozinhas, há música a tocar de manhã até à noite, inclusive durante os serviços.
Escolheria “A gente vai continuar” de Jorge Palma.
Qual foi o maior elogio que já recebeste por um prato que criaste?
Já me disseram de tudo! Mas houve uma frase de um cliente habitual que me marcou muito:
"Este prato é o Rui."
Qual é o som mais satisfatório na cozinha para ti?
O exato momento em que a gordura de uma boa carne derrete e toca na brasa.
Se pudesses reivindicar a criação de um prato da cozinha portuguesa ou mundial, qual seria?
Coelho à caçador.
Que restaurante tradicional português acreditas que merecia uma estrela Michelin?
A lista seria grande. Mas se tivesse de escolher apenas um, seria o Mugasa.
Qual é o teu maior sonho enquanto chefe de cozinha?
Inspirar a nova geração de cozinheiros com os valores certos: hospitalidade, empatia, singularidade, respeito e equipa.
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